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segunda-feira, 4 de março de 2019

GESTÃO DO CONHECIMENTO


Introdução

A gestão de conhecimento é um campo em rápido desenvolvimento que nasce da colisão entre diversos setores:

Componentes da Gestão do Conhecimento:

Recursos humanos                             
Gestão de mudanças
Mensuração e avaliação
de desempenho                                                                            
Desenvolvimento organizacional                                
Gestão de marca e reputação
Tecnologia da informação

Continuamente são geradas novas compreensões, à medida que as organizações têm experiências, aprendem, descartam, retêm e adaptam-se.
Gestão do conhecimento é o processo pelo qual a organização gera riqueza, a partir do seu conhecimento ou o capital intelectual.
Devemos entender o termo “riqueza” como qualquer forma de benefício econômico, social, político ou ambiental conferido a um grande número de pessoas. Frequentemente o termo “valor” é usado com significado igual.
A riqueza acontece quando uma organização utiliza o conhecimento para criar processos mais eficientes ou efetivos.
Como a reengenharia tradicional, isso tem um impacto nos resultados financeiros porque diminui o custo ou reduz o tempo de ciclo (você obtém mais rápido o que necessita, entrega mais rápido para o cliente e o cliente lhe paga mais rápido), o que  melhora o fluxo de caixa (reduz o ciclo operacional). A riqueza também acontece quando uma organização utiliza o conhecimento para criar valo para o cliente.
Outro tipo de impacto acontece quando ativos intelectuais são utilizados para incentivar a inovação e promover o desenvolvimento de ofertas de mercado exclusivas que merecem um preço especial.
Capital intelectual ou conhecimento: ´qualquer coisa valorizada pela organização que esteja contida nas pessoas, ou seja, derivada de processos, de sistemas e da cultura organizacional – conhecimentos e habilidades individuais, normas e valores, bases de dados, metodologias, software, know how,licenças, marcas e segredos comerciais, entre outros.
É importante observar a diferença entre capital intelectual e o  que tradicionalmente tem sido considerado gerador de valor para as organizações – so ativos fixos “tangíveis” – é que ele nem sempre é  propriedade da or ganização. Isso significa que estes benefícios do conhecimento ou do capital intelectual não estão sob o controle direto da organização. Realmente, capital intelectual pode ser  considerado como aluguado, arrendado ou emprestado. Gordon Borarowm Presidente e COO  da American Skandia, uma companhia de seguros radicada no Suécia, chega mesmo a sugerir que grande parte do capital intelectual de uja organização é obtida voluntariamente no dia-a-dia.        O valor gerado resulta de atos arbitrários por parte dos indivíduos; assim, o processo de extrair esse valor deve ser gerado de forma muito diferente do processo de ativos tangíveis.
Devemos ter em mente que capital intelectual ou conhecimento, significa, normalmente conhecimento organizacional. Por outro lado, o conhecimento individual deve ser considerado como capital intelectual apenas parcialmente. O conhecimento que cada indivíduo possui pode ou não ser de valor para a organização. Se não o é, não demos considera-lo como foco de gestão ou conhecimento. É importante observarmos os processos e as condições ambientais que a organização utiliza para gerar riqueza a partir de seu capital intelectual.
Surgimento da Gestão de Conhecimento como disciplina
As tecnologias de informação e de comunicações são elementos de grande importância no reconhecimento da gestão do conhecimento. Essas duas tecnologias possibilitaram às pessoas compartilharem quantidade enormes de informações sem as restrições dos limites geográficos e temporais. Ikejiro Nonaka e Hirataka Takenuchi publicaram em 1995 o livro “The Knowledge Creating Company” (Criação de Conhecimento na Empresa) onde apresentam o conceito de conhecimento implícito e o conhecimento explícito.
O conhecimento implícito é aquele que um indivíduo é incapaz de articular, e, portanto, de converter em informação este conhecimento terá utilidade para o sistema organizacional se puder ser transferido para outros de modo que eles o utilizem.
A transferência do conhecimento implícito implica na sua transformação e explícito, para, em seguida, ser compartilhado.
O conhecimento explícito é aquele que os indivíduos são capazes de expressar com bastante facilidade utilizando a linguagem ou outras formas de comunicação: visuais, sonoras ou corporais.
Há muitos instrumentos e abordagens que as organizações podem utilizar – tanto baseados em tecnologias como em pessoas – para facilitar o processo de comunicar e compartilhar o conhecimento convertendo-o em informação.


  • Know how é um termo em inglês que significa literalmente “saber fazer” (ao pé da letra “saber como”). É o conjunto de conhecimentos práticos (fórmulas secretas, informações, tecnologias, técnicas, procedimentos etc.) adquiridos por uma empresa ou um profissional, que traz para si vantagens competitivas.

  • Informação é o resultado do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação (quantitativa ou qualitativa) no conhecimento do sistema que a recebe.


EDUCAÇÃO CORPORATIVA E TECNOLÓGICA

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